Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC)

Terapia Cognitivo-Comportamental em Copacabana e Largo do Machado com psicólogos especialistas.

O que é a Terapia Cognitivo-Comportamental?

A terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) é uma forma de psicoterapia que integra teorias de cognição e aprendizagem com técnicas de tratamento derivadas da terapia cognitiva e da terapia comportamental. A TCC é uma terapia ativa, estruturada, de tempo limitado e diretiva, baseada na crença de que a forma como uma pessoa percebe e estrutura o mundo determina seus sentimentos e seu comportamento. A depressão, por exemplo, é resultado de uma tendência a ver-se de forma negativa, e o tratamento visa a alterar esses esquemas cognitivos, ajudando o paciente a buscar evidências a favor e contra essa visão distorcida de si mesmo.

A terapia cognitiva enfatiza como os pacientes passaram a pensar de determinadas formas sobre si mesmos, o futuro e o mundo. Ela foi desenvolvida por Aaron T. Beck e tem suas raízes no trabalho de Alfred Adler, George Kelly Karen Horney, com inúmeras de suas estratégias derivadas da modificação de comportamento.

A visão cognitiva pressupõe que a pessoa atribua significado e valor a suas percepções e experiências. Os terapeutas cognitivos trabalham nos dois níveis de estrutura do sintoma (problemas manifestos) e esquemas subjacentes (estruturas deduzidas). Os esquemas do paciente são entendidos como comportamento guiado por regras. Esquemas cognitivos são representações organizadas de experiência anterior que ajudam a pessoa a avaliar, codificar e categorizar percepções. Eles podem ser reativados, entretanto, por estímulos que possuem apenas remotas semelhanças com o contexto historicamente etiológico e, em relação à realidade atual, são distorcidos, mal adaptativos e exagerados. O objetivo da terapia cognitivo-comportamental é identificar e corrigir as cognições negativas distorcidas do indivíduo e seus comportamentos problemáticos por meio da reestruturação cognitiva e técnicas comportamentais para obter mudanças. A TCC busca esclarecer e desafiar os esquemas cognitivos subjacentes e aumentar o repertório de solução adaptativa de problema do paciente.

As distorções apresentadas pelo indivíduo são consideradas erros no processamento de informação; na depressão, os mais comuns são abstrações seletivas (apegando-se a um detalhe do contexto, a pessoa perde o significado da situação total), inferências arbitrárias (a pessoa salta para uma conclusão apesar de evidência contraditória ou insubstancial), supergeneralizações (um incidente isolado é aceito como uma regra ou consequência invariável) e ampliações (detalhes específicos recebem ênfase ou significado indevido).

Entre as muitas variantes de terapia cognitiva-comportamental estão a terapia racional-emotiva de Ellis e o treinamento auto-instrucional de Meichenbaum (TAI). Este último costuma se focalizar em crenças irracionais específicas que o paciente mantém, tornando-o consciente delas e, assim, ajudando-o a neutralizá-las por meio de comentários apropriados enquanto ele está realizando o comportamento que apresentou dificuldades no passado.

Quais as indicações para a Terapia Cognitivo-Comportamental?

Dentre os quadros clínicos que possuem comprovação de sua eficácia destacam-se: transtorno depressivo maior, transtorno de ansiedade generalizada, transtorno de pânico, fobias, abuso de substâncias, transtornos alimentares, problemas de casais, transtorno obsessivo-compulsivo, dor crônica, transtornos de personalidade, transtornos do sono, transtorno do estresse pós-traumático e outros quadros. A terapia cognitivo-comportamental também é usada para o gerenciamento do estresse cotidiano, resolução de conflitos e problemas, melhora dos relacionamentos interpessoais, aumento do autoconhecimento e ampliação da qualidade de vida.

“A maior realização é a conquista de si mesmo!”

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Alexandre Alves – Psicólogo Clínico

CRP – 05/39637