Tratamento do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) RJ

Tratamento do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) RJ

Tratamento do transtorno do déficit de atenção e hiperatividade (TDAH) no Rio de Janeiro com psicólogos especialistas para ajudar pessoas com este problema. De acordo com o Manual Diagnostico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-IV-TR), o transtorno do déficit de atenção/hiperatividade é uma síndrome comportamental caracterizada pela presença persistente (isto é, por seis meses ou mais) de seis ou mais sintomas envolvendo (a) desatenção (p. ex., fracasso em completar tarefas ou escutar com atenção, dificuldade de concentração, distratibilidade) ou (b) impulsividade ou hiperatividade (dar respostas precipitadas; impaciência; inquietude; agitação; dificuldade para organizar o trabalho, revezar-se ou permanecer sentado; conversar excessivamente; correr e escalar em demasia). Os sintomas, que comprometem o funcionamento social, acadêmico ou ocupacional, começam a aparecer antes dos 7 anos e são observados em mais de um contexto. Estima-se que o TDAH esteja presente em 3 a 7% das crianças em idade escolar. O diagnóstico de TDAH pode ainda ser feito na vida adulta.

Como é o Tratamento do Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH)?

O TDAH pode provocar baixa autoestima, falta de motivação nos estudos, dificuldade de solucionar problemas, comprometimento social e problemas acadêmicos e ocupacionais.
O tratamento para o transtorno do déficit de atenção e hiperatividade costuma integrar psicofármaco, técnicas da terapia cognitivo-comportamental (TCC), orientação de pais e professores e treinamento em habilidades sociais.

O tratamento com a psicoterapia cognitivo-comportamental para o TDAH costuma abarcar pelo menos esses aspectos:

  1. Avaliação: O diagnóstico não se baseia na simples presença dos sintomas, mas em sua gravidade e duração, e em que extensão interferem na vida cotidiana. O terapeuta faz uma investigação do antecedente familiar, aplica questionários com os pais e professores (SNAP IV), busca informações com outros profissionais que atendem a criança (exame médico), solicita exame neuropsicológico e observa clinicamente as reações do paciente no consultório.
  2. Psicoeducação: O terapeuta dá informações aos pais e professores em relação às causas do comportamento e auxilia na correção de informações incorretas. Procura desfazer rótulos negativos, como “vagabundo” e “preguiçoso”. Nesta etapa ele também procura melhorar a autoestima da criança/adolescente. Pode ser sugerido leituras especializadas para um melhor entendimento e manejo das dificuldades do TDAH.
  3. Treinamento de pais e professores: A técnica dos oito passos (Barkley, 2002) é utilizada com os pais e contribui para o reforço dos comportamentos positivos da criança e para um melhor manejo dos seus comportamentos problemáticos. Criar um caderno/agenda de comunicação com a família para os professores também é uma boa maneira de monitorar os comportamentos e dificuldades da criança.
  4. Técnicas da TCC: Técnicas de auto-instrução (falando consigo mesmo), solução de problemas, autocontrole, auto-organização (cronograma, agenda), controle do estímulo, reforço comportamental positivo (p. ex.,economia das fichas) e aplicação de penalidades para corrigir formas mais sérias de mau comportamento.
  5. Treinamento em Habilidades Sociais: Habilidades de civilidade, de treinamento da escuta, de aguardar a vez de falar, de dar atenção a pessoa que está falando, de tolerar a frustração, de aceitação de regras e outras são desenvolvidas durante o tratamento.

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